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sábado, 31 de dezembro de 2011

FELIZ 2012


Que o ano de 2012 seja de muita paz, amor e harmonia, repleto de realizações e maravilhas na vida das pessoas.

Que os sentimentos de bondade, compaixão, respeito, alegria, sinceridade e humanidade estejam presentes, que as pessoas sejam mais conscientes e cresçam na fé.

Que cada uma aprenda com os erros e que não os repita nesse novo ano, uma boa reflexão fará muito bem a cada um, que ao invés de julgar o outro procure primeiro se olhar.

Que cada uma saiba que esse mundo não é seu, que estamos aqui para viver e não para destruir e escravizar, que a humildade sempre enobrece o homem e nunca o desqualifica.

Amar o próximo é sempre belo e quando existe o amor os sentimentos ruins se afastam.

Que em 2012 ocorra uma renovação, que cada um busque se aproximar de Deus, que saiba proteger o meio ambiente, que a felicidade e a bondade passem a reinar.

Feliz Ano Novo e Boas Festas.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

OUVIR E GLORIFICAR A DEUS

“Portanto, com incansável atenção, deve-se constantemente ouvir sobre a Personalidade de Deus, glorificá-lo, lembrar-se dele e adorá-lo, sendo ele o protetor dos devotos.” (A. C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada)

Compreender o transcendente é o dever do homem, buscar realizar a vontade de Deus é o objetivo da humanidade, saiba ela ou não, a devoção é o caminho para todos.

Deus nos creou, ele nos ensina, nos dá o necessário para viver, mas a vida não é somente nossa, todos merecem viver, o sol nasce para todos e ninguém é melhor do que ninguém.

A verdade absoluta é divina, o homem que enxerga o material vive em ilusão e não sabe o sentido da vida, pois, está vagando no mundo por impulsos e prazeres, em um ciclo que leva a morte e não eleva a sua consciência.

O homem deve buscar a Deus de forma incansável, quanto mais ele busca, mais próximo ele estará, mais sábio ele será, mais bem-aventurado ele será, e entenderá que ele é muito mais simples do que ele é, que a vida é passageira e ele veio aprender a servir.

O homem deve servir e glorificar a Deus de forma constante, pura e incansável, desapegado de interesses, e cheio de amor e devoção.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

OS SERES VIVOS SÃO POTÊNCIA DE DEUS

“A terra, a água, o fogo, o ar, o éter, a mente, a inteligência e o ego são energias inferiores do Senhor, mas as entidades vivas são diferentes de todos esses elementos, pois são energia superior.”(A. C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada)

As energias vivem espelhadas pelo mundo, podem ser unidas ou separadas, criadas e modificadas, suas misturas resultam em outras energias.

Deus creou o mundo, creou os seres vivos, todos eles dotados de sua potência, uma essência natural e advinda dele.

O homem cria, mas não tem o poder de crear, pois esse poder é divino, embora o homem seja uma potência de Deus, ele não é superior ao seu Creador e nem é capaz de possuir mais energia do que ele, que é a fonte Suprema de tudo e a plenitude.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

A CONSCIENTIZAÇÃO DA SOCIEDADE

“É preciso que nos conscientizemos das atuais necessidades da sociedade humana. E quais são estas necessidades? A sociedade humana não se restringe mais a fronteiras geográficas de países ou comunidades específicos. Atualmente, há um contato maior do que na Idade Média, e o mundo tende para a formação de um Estado único ou uma sociedade humana única.” (A. C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada)

Essa união tem aspecto espiritual, é a sociedade que se desenvolve de forma humana, mas que também é indispensável que tenha o conhecimento espiritual.

Somente Deus pode preencher a lacuna existente na sociedade humana, por mais que existam os ideais, saberes humanos e científicos, por maior que seja o desenvolvimento tecnológico, eles são incapazes de preencher a necessidade espiritual de cada ser vivo.

Para existir a paz entre os homens não é necessário o material, pois o materialismo causa divergências sociais entre os homens, enquanto o transcendente os une e os torna iguais e irmãos, formando uma comunidade universal, sem limites e sem fronteiras, é a conexão com Deus levando o homem a horizontes inimagináveis.

A sociedade se conscientiza a partir do transcendente, essa é a principal necessidade da sociedade, quando ela passar a ter esse conhecimento de forma ampla, viveremos de forma mais harmoniosa e com menos divergências.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

O NATAL


Muitas comemorações acontecem entre sorrisos, abraços e presentes que vêm e vão. A tradição do Natal é repetida a cada ano com seus eternos símbolos unidos a novidades atuais.

É um tempo de reflexão, alegria e descontração, com luzes e sons que pairam no ar e animam os nossos corações.

Mas onde está Jesus? O Filho de Deus não encontrou lugar na hospedaria quando nasceu em Belém, e muitas vezes, não encontra lugar para nascer no coração do ser humano. A vontade dele é nascer nos corações humanos.

No Natal devemos ter ternura e gratidão a Deus, reverenciando aquele que nasceu para cada um e morreu por todos. O Natal é o reconhecimento da vinda de Cristo para resgatar a humanidade perdida.

Que o seu Natal seja muito mais que festas e tradições, que seja um momento alegre e de encontro com a restauração com Cristo.

A vida de Jesus Cristo nos ensina a ser gente, como gente deve ser, onde: cada cristão torna-se como Cristo, cada comunidade integra-se como a Trindade e cada sociedade busca ser como o reino de Deus, tratando o mundo na perspectiva de fazer dele um jardim.

Envoltos nesta visão, desejamos que nossos relacionamentos possam ser transformados e que a harmonia da noite de Natal invada o seu coração com toda plenitude, para que todos os dias do Ano Novo sejam cheios de felicidade e amor na presença do Altíssimo.

Feliz Natal,    

Um Próspero Ano Novo,

E Boas Festas!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

A LIMPEZA DA CONSCIÊNCIA


“Quando confunde o verdadeiro eu com o corpo, o ser vivo fica privado do sentimento transcendental, de krishna-prema e fica impossibilitado de experimentar a verdadeira felicidade – sentimento este que, em sua característica real, é espiritual e está sempre ligado diretamente à alma (e não ao corpo). O processo da consciência de Krishna conhecido como sadhana-bhakti consiste simplesmente em atividades práticas para suddha-cittah, limpar a consciência.” (Chandramukha Swami)

Essa consciência está conectada ao amor de Deus, um sentimento verdadeiro, absoluto e puro.

A limpeza da consciência faz com que o homem saia da ilusão material e passe a sentir e ver a verdade, recuperando sua consciência original e apagando a consciência ilusória material.

O transcendente passa a alimentar a alma, que se rende ao amor verdadeiro com devoção, o homem passa a agir de forma consciente e gerando reações que trazem o bem.

Liberto das reações matérias o homem encontra a verdadeira felicidade.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

A CONSCIÊNCIA PURA


“Em seus ensinamentos, Chaitanya Mahaprabhu explica que, em seu estado original e natural e todo ser vivo é plenamente consciente de Deus, ou consciente de Krishna. Na verdade, esta sua consciência pura manifesta-se naturalmente, já que o ser vivo é eternamente uma parte integrante do Supremo.” (Chandramukha Swami)

O ser embora viva na terra está conectado ao Supremo, seja ele homem ou animal, também possui uma alma.

O ser vivo faz parte da potência de Deus, ele pode ser consciente ou inconsciente, sua consciência pode ser plena ou parcial.

O homem de vida consciente no mundo material vive em harmonia social e com o meio ambiente, mas pode não ser plenamente consciente em Krishna.

O ser pleno na consciência de Krishna não age para os benefícios humanos e materiais, mas age de forma espiritual, sabe diferenciar matéria e espírito, sabe que faz parte do Supremo e está de passagem no mundo material para aprimorar sua alma e servir ao Senhor.


terça-feira, 20 de dezembro de 2011

A PERSISTÊNCIA

“A nossa maior glória não reside no fato de nunca cairmos, mas sim em levantarmo-nos sempre depois de cada queda.” (Confúcio)

As quedas não são derrotas, mas é aprendizado, o homem que cai e não se reergue sofre uma derrota, mas aquele que de cabeça erguida segue em frente com honra e dignidade está sendo glorificado pela persistência.

Seus objetivos serão conquistados e não serão apenas vitórias, mas algo de muito mais valor, pois serão frutos de uma caminhada perseverante.

O homem persistente não sofre derrotas, mas vive a aprender.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

ESPÍRITU, GRAN CREADOR

“Espíritu, gran Creador,
Eres del mundo fundador;
Oh llena el corazón veraz,
Trae gozo a la humanidade.
Oh, líbranos del tentador,
Y hasnos dignos de tu amor.
Nuestras mentes limpia em verdade,
Y danos paz, hasnos amar.
No nos queremos descarriar,
Guíanos tú em nuestro andar.
Ayúdanos ver la verdade,
Y practicarla sin cesar.
Al darnos de tu próprio ser
Padre e Hijo podemos ver!” (Autor desconhecido, versão espanhola de Pablo Yoder)


O grande Espírito Creador creou o mundo para o gozo da humanidade, para que eles desfrutem de prazeres materiais com consciência espiritual, sabendo que este mundo não é deles, mas é de Deus.

O Supremo nos liberta das tentações e do mal, livra o homem dos apegos materiais, dessa forma a alma vai sendo liberada.

Deus é pleno em amor, enche nosso espírito de amor, ele torna-nos amantes e devotos de seu puro amor, mostra ao homem a verdade e nos dá a paz de espírito, faz o homem ser feliz.

O Grande Creador nos dá forças, ajuda o homem a não fraquejar diante dos prazeres, das tentações, das dificuldades e tristezas, nos tornando perseverantes e nos guiando pelo caminho da verdade, faz o homem ser bom, e ele passa a ser um espelho de bondade, perseverança, verdade e devoção.

domingo, 18 de dezembro de 2011

UMA PESSOA SANTA

“Uma pessoa santa é como água pura, livre de toda a contaminação e capaz de purificar todas as coisas. Assim como a água pura é transparente, a pessoa santa manifesta transparentemente a Personalidade de Deus dentro de seu coração. Este amor a Deus é o reservatório de toda a felicidade. A água produz uma vibração muito agradável à medida que flui e cai em cascata. De modo semelhante, a vibração sonora de um devoto puro do Senhor, saturada com glórias do Senhor, é muito atraente e bela. Assim, por estudarmos a natureza da água, podemos compreender os sintomas de um devoto puro do Senhor.” (Hridayanada Dasa Goswami)


A pessoa santa não se contamina com as impurezas materiais, tem uma natureza amável e uma vibração sonora como a da água corrente, ela é pura e vive a purificar pessoas e coisas em nome das glórias do Senhor.

As pessoas santas revelam-se para humanidade, elas são iluminadas e acendem as chamas das pessoas que também vão se tornar puras e iluminadas. Os santos vivem para servir, trazem a felicidade, são misericordiosos e mestres espirituais.

Os santos não estão presos a este mundo material, ele vem para auxiliar a humanidade e ajudá-los a se libertar do pecado. Temporariamente vivem no mundo material e depois retornam para junto do Senhor com sua missão cumprida.

Os santos revelam a Suprema Personalidade de Deus, divulgam sua mensagem pelo mundo, têm uma vida vibrante e espalham sua sonoridade positiva pelo mundo, purificando e iluminando, glorificando e realizando a vontade do Senhor.

sábado, 17 de dezembro de 2011

O GOZO MATERIAL

“Uma pessoa inteligente deve compreender que, se existe uma alma eterna diferente do corpo, então a felicidade verdadeira deverá estar em nossa situação eterna, além do cativeiro da natureza material. Contudo, as pessoas comuns, mesmo quando discutem assuntos espirituais, geralmente desejam tornar-se famosas ou aumentar sua riqueza e duração de vida através de tais práticas espirituais. Muitas pessoas comuns pensam, por exemplo, que o sistema de yoga destina-se ao aprimoramento da saúde, que se pode orar a deus pedindo dinheiro e que nosso conhecimento espiritual destina-se a aumentar nosso prestígio perante a sociedade.” (Hridayanada Dasa Goswami)


Os seres humanos buscam árduas atividades pregando religiosidade, ascendência econômica, desfrutes materiais, conhecimento do eu e da alma, aumento da duração da vida terrena e riquezas materiais.

O gozo espiritual não significa impotência, incompetência, fragilidade, respeito na sociedade, um status elevados de humanidade perante os outros. O gozo espiritual vem com o transcendente, com a aceitação do Supremo Creador, a percepção dos sinais divinos, a busca da verdade, a humildade e a simplicidade.

O gozo material é passageiro, traz incertezas, não torna o homem feliz, deixa um vazio espiritual, faz o homem regredir, coloca-o numa corrida em busca de prazeres materiais, que nunca tem fim e ele sempre quer mais.

Os homens devem desfrutar o material com a consciência espiritual, desse modo, o material servirá de complementos da vida terrena, para sobrevivência, na verdade o homem estará alimentando seu corpo, mas seu espírito estará consciente e saberá diferenciar o material do espiritual, saberá que existe a eternidade que vai muito além do mundo material.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

OS DEFEITOS

“Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro.” (Clarice Lispector)

O homem é imperfeito, no dia que ele for perfeito ele não será apenas um homem, mas ele também será Deus, por isso nós não podemos ter certeza do que é um defeito.

Não conhecemos as pessoas apenas pelas suas qualidades, mas também pelos seus defeitos, se conhecemos apenas a parte boa, é porque ainda não conhecemos a pessoa.

Um homem que crer que retirou todos os defeitos da sua vida pode cair no narcisismo de se achar perfeito, quando não é, esse é o grande perigo do homem achar que tudo pode.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

O SÁBIO

“Segundo afirma o Bhagavad-Gītā, famoso livro sagrado da antiga Índia, o verdadeiro sábio é aquele que pode distinguir o eterno do temporário, o espírito da matéria, o Ser Supremo do ser minúsculo, à luz do conhecimento transcendental. Que sabedoria poderia ser atribuída a alguém que simplesmente trata de analisar os fenômenos naturais, dos quais não depende de maneira alguma o sucesso espiritual? Que sabedoria poderia ser atribuída aos que tentam avidamente impedir que o corpo envelheça ou morra, quando a própria realidade deste mundo prova que a velhice e a morte são aspectos inerentes e inevitáveis da vida material?” (Hridayanada Dasa Goswami)

O homem expressa sua sabedoria de várias maneiras, podendo ser um observador, um cientista, um filósofo, um estudioso.

O verdadeiro sábio conhece o transcendente, o sentido da vida e o mundo material, essa sabedoria é adquirida de forma gratuita e simples, de forma crescente, quando o homem aceita a existência do Ser Supremo ele passa a ser um verdadeiro sábio, a entender o mundo e a vida.

Os fenômenos materiais podem ser lógicos, provados, criados e experimentados, já os fenômenos transcendentais fogem as lógicas, as experiências e somente podem ser creados por Deus, esses são independentes de materialidade e do homem.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A NATUREZA DIVINA

“Todavia, existe outra natureza, a qual é eterna e transcendental a esta matéria manifesta e imanifesta. Ela é suprema e jamais é aniquilada. Quando tudo neste mundo é aniquilado, essa parte permanece como ela é.” (A. C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada)

A natureza divina não é material e passageira, ela é espiritual e eterna. As coisas são energia divina, são creação de Deus e depois são transformadas pelos humanos, animais e fenômenos naturais.

O homem cria coisas que não eternas, mas também não podem ser, pois ele apenas transforma a energia divina, ao final de tantas transformações a matéria vai sendo destruída.

O corpo humano é matéria, ele nasce, cresce e morre, ele vai surgir, se desenvolver e se desintegrar, já a alma é eterna, pois ela tem a essência da natureza divina, com a morte corporal a alma continua a viver após abandonar o corpo.

A alma é o corpo espiritual, é uma expansão da natureza divina, diferente do corpo que já nasce com uma natureza material.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

UMA DEFINIÇÃO DE DEUS

“Os conceitos sobre Deus do homem moderno são muitos e variados. As crianças têm a tendência a imaginar que Deus é um velhinho de barbas brancas. Muitos adultos consideram Deus uma força invisível, um conceito mental, ou toda a humanidade, ou o universo, ou eles mesmos.” (A. C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada)

Deus é ilimitado, ele possui muitos nomes, se tentarmos especificar Deus estaremos reduzindo ele, ele também pode se manifestar em fenômenos e formas humanas. Pode estar em vários lugares ao mesmo tempo e continua sendo ele mesmo onde esteja ou se manifeste.

Deus atrai todos e todos devem buscar Deus, ele é a fonte de tudo, é eterno, é amor, bondade, é infinito, é o Supremo Creador, dele nós viemos e a ele devemos retornar.

Muitas pessoas acreditam ser Deus, tentam dominar o mundo, acham-se donos de tudo e de todos, esquecem que são seres humanos, tratam os outros como seres inferiores, querem ser servidos e idolatrados, essas pessoas não entendem o sentido da vida e nem temem a Deus, muito menos acreditam na sua existência.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A DIVERSIDADE

“Existem outras culturas, outras civilizações, outros povos, outras religiões. Cada uma contribui com algo único para a experiência humana. Cada uma, de acordo com a sua perspectiva, foi a escolhida. Mas esta é a nossa. Esta é a nossa fé, o nosso povo, a nossa herança. Amando-os, eu aprendi a amar a humanidade em sua diversidade. Em paz comigo mesmo, estou em paz com o mundo.” (rabino Jonathan Sacks)

O diferente também há de ser amado e reconhecido, pois nossa realidade não é a única certeza, não é a perfeição total, é uma parte do todo, do bom, do importante, é uma contribuição de ontem, de hoje e do futuro.

As culturas contribuem com suas riquezas, antes era mais difícil de conhecer outras culturas, mas a partir da globalização essas distâncias entre as culturas e as barreiras foram sendo quebradas, dessa maneira ocorreu uma maior integração cultural.

O que é diferente e desconhecido passou de estranho para interessante, o que era parte da vida deles também pode ser parte da nossa vida, pois, servem para toda humanidade.

Não estamos sozinhos no mundo e nem na vida, o sol, nasce para todos, todos têm direito ao meio ambiente, se todos nasceram, tivemos o direito à vida e essa direito primordial e universal não pode ser retirado.

O respeito ao diferente deve existir, o que é bom deve ser preservado e promovido, devemos conhecer o que ainda é diferente e saber aproveitar sua riqueza cultural e seus preceitos universais, sabendo apreciá-los, dessa forma, passaremos a conhecer novas culturas e entender melhor o mundo e as relações.

O Deus que conhecemos não é nosso, nossa religião tem um Deus que é o mesmo de todas, e os nomes dele diferem e o modo de como nos relacionamos com ele. Embora existam muitas religiões existe um só Deus que creou tudo e todos.

domingo, 11 de dezembro de 2011

UM INIMIGO COMUM

“O inimigo comum de todas as disciplinas religiosas é o egoísmo da mente. Pois é isso o que causa a ignorância, a cólera e o descontrole, que são a origem de todos os problemas do mundo” (Dalai-Lama)

O egoísmo é inimigo de Deus e do homem, ele causa o aparecimento e o fortalecimento de outros inimigos.

Ele causa a indisciplina, o individualismo, a cegueira, a possessão, a obsessão, a rebeldia e a liberdade exacerbada.

Ele consegue dominar o coração humano e enchê-lo de sentimentos e prazeres que não fazem bem nem ao espírito e nem a humanidade.

sábado, 10 de dezembro de 2011

O APRENDIZ ESPIRITUAL

“Como um aprendiz espiritual, você deve estar preparado para enfrentar as dificuldades que estão associadas a toda busca espiritual genuína e estar determinado a persistir em seus esforços e sua vontade. Você deve tentar prever ao longo do caminho e compreender que a chave para a prática bem-sucedida é nunca abandonar sua determinação.” (Dalai-Lama)

O aprendiz deve seguir sem desistir, o caminho a ser seguido leva ao melhor que se pode existir.

É a finalidade de tudo, é o local sagrado, de amor e devoção.

Após chegar a eternidade o homem será um servo de Deus, todo o aprendizado será demonstrado com amor e devoção.

Por isso, o aprendiz não pode desistir, ele deve ser determinado até o fim e que será um novo começo.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

VITÓRIA EM BUSCA DE GLÓRIA

“Os homens anseiam mais pela glória do que pela virtude. A armadura de um inimigo, seu capacete quebrado, a bandeira arrancada de um navio conquistado são tesouros mais valorizados do que todas as riquezas humanas. É para obter esses símbolos de glória que generais, sejam eles romanos, gregos ou bárbaros, enfrentam milhares de perigos e suportam inúmeras provações.” (Juvenal, poeta romano do século II)

A vitória a qualquer custo tem seu preço, a busca da glória está em segundo plano após essas vitórias.

A exibição dos destroços é sinônimo de sangue e honra, as conseqüências dos desastres são imedidas e impossíveis de serem totalmente calculadas.

Essas vitórias geram felicidades passageiras, pois, ninguém fica feliz com a guerra, e as destruições, ao contrário, ela traz tristeza e destruição humana e cultural.

Esses falsos tesouros não passam de mera matéria, mas possuem valores pessoais agregados, e esses valores são arriscados, pois neles pode haver o sentimento de vingança, o egoísmo, a sede de destruição e interesses individuais obscuros.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

A LINGUAGEM INTEGRA O HOMEM

“Se a linguagem não tem sentido, a ação torna-se impossível e, consequentemente, todos os assuntos humanos se desintegram e torna-se impossível e inútil seu manejo.” (Confúcio)

É por meio da linguagem que os homens se entendem, dessa maneira suas relações tornam-se mais estreitas e eles constroem novos entendimentos que são comuns a ambos.

Se os homens utilizam a linguagem para o bem comum, eles desenvolvem o conhecimento social, comum a todos os homens.

Mas, se eles utilizam a linguagem para o mal, ela será um meio de desentendimento e discórdia entre eles, chegando a causar a destruição humana.

Enfim, a linguagem pode tanto unir quanto separar os homens, integrá-los e desintegrá-los, incluí-los e excluí-los, tudo depende do modo em que a linguagem será utilizada.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O DIREITO MULTICULTURAL

“O nosso lugar é hoje um lugar multicultural, um lugar que exerce uma constante hermenêutica de suspeição contra supostos universalismos ou totalidades. (...) Este florescido nos estudos culturais, configurações transdisciplinares onde convergem as diferentes ciências sociais e os estudos literários e onde se tem produzido conhecimento crítico, feminista, anti-sexista, anti-racista, pós-colonial.” (Boaventura de Sousa Santos).

Hoje estamos em uma era de multiculturalismo, onde as barreiras foram vencidas e o conhecimento integrou as mais diversas culturas globais junto a evolução tecnológica mundial. O direito multicultural e as ciências que o estudam e o complementam, buscam uma transformação social diante da crise pós-moderna do direito e das sociedades globais.

Diante do paradoxo capitalismo/socialismo, a sociedade medieval foi sendo transformada em sociedade industrial, chegou-se a fase pós-industrial e hoje vivemos em uma sociedade de informação. A globalização superou o imperialismo e a modernização que em eras anteriores foram predominantes no controle e na transformação social. Rompendo os paradigmas que regiam a sociedade, a difusão cultural, os modos de governar. Com grande influência do princípio da solidariedade e buscando alternativas para superar a crise sócio-jurídica existente.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

DIREITO MODERNO E DIREITO PÓS-MODERNO

“O direito moderno passou, assim, a constituir um racionalizador de segunda ordem da vida social, um substituto da cientifização da sociedade, o ersatz que mais se aproximava – pelo menos no momento – da plena cientifização da sociedade que só poderia ser fruto da própria ciência moderna.” (Boaventura de Sousa Santos).

Para recuperar a “boa ordem”, a ciência do direito busca soluções para o caos social e a tensão dialética com a solidariedade. Que de certa forma foi causado pelo positivismo jurídico que assegurava o capitalismo selvagem, que se desenvolvia a qualquer custo.

O direito pós-moderno, absorvido de epistemologia cultural, busca estabelecer novamente a boa ordem e debater a solidariedade respeitando os direitos humanos e o meio ambiente. Com um discurso paralelo entre a ontologia e a epistemologia, de forma racional e utilizando-se da ciência e da técnica. Esse direito regulador e científico tenta combater a sensação de insegurança e receio de desenvolvimentos incontroláveis nas sociedades atuais. Buscando promover uma emancipação social multicultural, de forma regrada para se chegar a um estado de bem-estar social.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O FORMALISMO JURÍDICO

“Tudo regido por um ritual solene, que abandonou a peruca, mas conservou a tradição e o formalismo. Temis, vendada, balança na mão, é o símbolo maior, musa de muitas gerações: o Direito produz ordem e justiça, com equilíbrio e igualdade. Ou talvez não seja bem assim.” (Luis Roberto Barroso)

Ao longo de sua existência, o mesmo direito que foi idealizado como um meio e fim de se obter a justiça, também foi utilizado para validar e encobrir várias injustiças, devido ao modo como foi analisado e aplicado, sendo desvirtuado de sua natureza e utilizado como meio de domínio.

No século XX, esvaziado de sua essência filosófica – o direito positivo entra em decadência após o legalismo exarcebado dos regimes nazista e fascista. Onde foram cometidos grandes absurdos na Segunda Guerra Mundial. Surge o pós-positivismo para tentar superar a crise jurídica, reintegrando as idéias de justiça e legitimidade ao positivismo convencional, valorizando novamente os princípios éticos que vão complementar e orientar o direito, dando ênfase à valores jurídicos fundamentais.

Hoje estamos em uma era de multiculturalismo, onde as barreiras foram vencidas e o conhecimento integrou as mais diversas culturas globais junto à evolução tecnológica mundial. O direito multicultural e as ciências que o estudam e o complementam, buscam uma transformação social diante da crise pós-moderna do direito e das sociedades globais.

domingo, 4 de dezembro de 2011

A FENOMENOLOGIA E O OBSERVAR DA NATUREZA

“Não se pode negar que a observação do universo começa por revelar uma multiplicidade de dados e o sujeito cognoscente, ao tentar compreendê-los e descobrir entre esses múltiplos fenômenos relações unificadoras generalizáveis.” (João Maurício Adeodato)

É necessário conhecer a sua natureza para que possam ser explicados e entendidos e chegar a uma compreensão.

Por isso esse método é chamado fenomenologia, estuda vários fenômenos, utilizando do raciocínio para chegar-se-á conclusões lógicas. Se fossem encontrados sistemas, não seria necessária uma interpretação científica mais avançada, pois, é tendência dos sistemas demonstrarem suas características. Já com o estudo dos fenômenos, encontram uma problemática que terá de serem encaixadas para se chegar a uma conclusão, como se fossem encontradas várias peças para formar um quebra-cabeça – o objetivo final para se chegar a interpretação correta e visível de todo o seu conteúdo e maneiras de sua formação.

sábado, 3 de dezembro de 2011

A ZETÉTICA

“Sem o exercício filosófico-reflexivo, zetético-regressivo (histórico) e zetético analítico (conceitual), tornamo-nos simplesmente vítimas do processo histórico e do curso dos fenômenos.” (Eduardo C. B. Bittar)

A zetética, que é o conhecimento obtido após investigar e questionar os fenômenos vai com por o conhecimento científico, bem como será um dos seus métodos de especulação e aplicação dos argumentos diante das realidades encontradas.

Seguir esses fenômenos da nossa realidade contribui para o esvaziamento do ser, o homem que não reflete e nem possui valores históricos e sociais, é a perda dos conceitos morais e éticos de viver uma filosofia de sociedade. Temos de parar e pensar, observar toda a nossa história, recuperar todo o nosso importante conteúdo que com as mudanças sociais foi ficando esquecido no tempo.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

CONHECIMENTO GERAL E CONHECIMENTO ESPECÍFICO

“A primeira investiga a relação do pensamento com o objeto em geral. A segunda toma como objeto de uma investigação crítica os axiomas e conceitos fundamentais em que se exprime a referência de nosso pensamento aos objetos.” (Johanes Hessen)

A teoria do conhecimento pode ser dividida em conhecimento geral e conhecimento especial, para um melhor estudo e conhecimento de seus objetos e os seus diferentes modos de especulação.

Na interpretação das normas jurídicas é necessária uma aplicação da teoria do conhecimento, pois, ela proporcionará uma maior segurança jurídica. Fazendo um paralelo entre ela e a aplicação justa, seria o mesmo que ter um conhecimento da norma e adequá-la a realidade fática dos objetos que são esses fatos sociais emergentes das relações humanas. É o conhecimento sócio jurídico que justificará a efetividade normativa. O conhecimento da norma não é apenas o saber literal, mas a experiência jurídica, a união entre “homem + costumes + realidade social”, com essa cognoscência do fenômeno sócio jurídico e que se chega a real efetividade fenomenológica das leis, a repetição dos casos concretos e uma lei mais justa para a sociedade.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O PENSAMENTO

“É assim que as águas do mar se povoam, e não se moveriam sem as várias interpretações das palavras.” (Santo Agostinho)

O pensamento e a razão movem o mundo, o interpretar está em constante dinâmica, e vão sempre aperfeiçoando as conclusões, conceitos e concepções, esta é a razão da hermenêutica. Através desse conhecimento científico, ou seja, de um amplo e detalhado estudo do caso, o aplicador da norma terá uma visão da relação fático-social onde a norma será aplicada, todos esses aspectos entrelaçados darão uma visão realista do ocorrido, bastando que o aplicador use sua consciência e realize a justiça para aquele caso, solucionando o conflito de forma justa e consciente com a lei mais correta para aquele determinado caso.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

A FENOMENOLOGIA

“O fenomenalismo (de painómenon, fenômeno = aparência) é a teoria segundo a qual não conhecemos as coisas como são, mas como nos aparecem.” (Johanes Hessen)

A metafísica moderna tenta relacionar objetos e sujeitos diante de uma realidade. Que teve seu início nas teses dos metafísicos gregos e foi aprimorada por Heidegger, é a técnica da racionalidade do mundo. Após o conhecimento metafísico onde as verdades eram universais e o conhecimento linguístico onde foi necessário provar as verdades através de um discurso científico, chegou-se ao conhecimento científico com uma análise metódica e obedecendo regras sistemáticas, fundamentada em uma realidade pragmática do mundo pós-moderno e da fenomenologia científica.

A teoria do fenomenalismo e a essência do conhecimento científico. Para aplicar a norma não basta apenas conhecer o resultado dos fatos, tem de ser conhecida a essência do acontecimento, analisar os motivos que levaram ao fato concreto e quais foram as consequências dele.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

O SER LÓGICO

“O ser é lógico, é o ser da “situação dentro de determinado juízo”, uma vez que não há conteúdos substanciais nas relações entre os conceitos puros com que trabalha o pensamento humano.” (João Maurício Adeodato)

A lógica um fator de grande importância para estabelecer uma certeza determinante, organizando as ideias e os objetos da relação.

É na lógica da realidade que se fundamenta a maioria da humanidade, vivem os fatos e ocorrências gradativas da sociedade, a minoria são os pensadores que vão estudando e demonstrando as previsões do futuro da humanidade.

A fenomenologia vai estudar as possibilidades existentes na história, ou seja, o desenvolvimento da consciência, por outro lado, a lógica vai explicar o surgimento da consciência. A atuação da fenomenologia na lógica vai proporcionar um estudo lógico onde não existirá a dúvida quanto à razão.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

O RACIOCÍNIO LÓGICO DE INTERPRETAÇÃO DA LINGUAGEM

“O ser humano é observador na experiência, ou no suceder do viver na linguagem. Porque se alguém não diz nada, não diz nada.” (Humberto R. Maturana)

O raciocínio lógico de interpretação da linguagem das palavras da norma vem de uma contextualização, fazendo um relacionamento entre a norma e sua aplicação na sociedade com as causas e as consequências dessa aplicação, com uma análise dessa experiência jurídica chega-se a uma conclusão filosófica da linguística lógica do direito.

A linguagem é a expressão do mundo, por meio de vários modos de demonstrar essa simbologia que é pertinente nas relações tanto humanas quanto naturais. O observador vai analisá-la, estudá-la e dirá a ocorrência dos fenômenos por meio de uma dialética lógica racionalista. Do mesmo modo que existe um ordenamento jurídico, há um sistema lógico argumentativo onde deve prevalecer uma harmonia entre a linguagem e a sua interpretação, ou seja, entre as palavras e seus hermeneutas. Do mesmo modo que nas normas existem as regras e um ordenamento jurídico, a linguagem também obedece a um sistema lógico regrado, é aí a importância da dialética jurídica, a união das normas com a linguagem contextualizada, do mesmo modo ocorrendo com o discurso semântico da norma feito pelo hermeneuta, demonstrando sua aplicabilidade normativa na sociedade mediante a justiça como finalidade dessa aplicação.

domingo, 27 de novembro de 2011

PRINCÍPIOS E LÓGICA

“Ora, a omissão de um princípio conduz ao erro, cumpre, pois, ter uma visão muito nítida para ver todos eles e, além disso, um espírito justo para não raciocinar em falso sobre princípios conhecidos.” (Blaise Pascal)

Uma visão clara dos princípios facilita a interpretação normativa, eles serão a lógica do raciocínio.

Quebrar a lógica é correr o risco de cair na pessoalidade, ver de forma obscura os casos e praticar uma injustiça por não ter obedecido aos princípios norteadores. Destarte, se o homem nasce com sua linguagem e ao longo da vida vai formando uma pré-compreensão dos juízos de valor, quando se deparando com questões que não estão de acordo com a realidade, saberão enxergá-las de forma consciente e mostrar o que é a ideia real para aquele caso concreto, a verdadeira e válida ideia que é correspondente aquele fator social.

A ciência argumentativa não é um sistema autopoiético, ela sempre está relacionada com as outras ciências, em vários pontos de interseções ela tanto vai explicar a expressão de ciências quanto vai ganhar características delas, e vai formando um sistema de explicação e interpretação. A linguagem é complexa e literal, necessita de uma interpretação para que ela seja adequada a uma realidade concreta, ela vai dar origem à um conjunto de interpretações, que receberão um caráter da realidade de acordo com cada intérprete. O discurso dos interpretes vai definir a qualidade e a expressão segundo a lógica-linguística. A linguagem lógica tem uma natureza coerente e será aplicada junto com o racionalismo humano na realidade social.

sábado, 26 de novembro de 2011

A LIBERDADE TRANSCENDENTAL E A QUESTÃO DO INCONDICIONADO

“No sentido absoluto de que a razão especulativa, no uso do conceito da causalidade, dela precisava para se desvencilhar da antinomia em que inevitavelmente cai, quando quer pensar, na série da conexão causal.” (Immanuel Kant)

A razão metafísica não pode perdurar eternamente no absolutismo universal, seus fundamentos não são puros e perfeitos. O incondicionado, ou seja, os fenômenos que vão surgindo para serem especulados demonstram que a validade universal não condiz com a realidade. A liberdade de se especular e provar os resultados dos fenômenos é a prática metafísica dentro de um racionalismo lógico e realista. É o idealismo lógico atuando juntamente com as especulações metafísicas, a argumentação começa a ter mais importância, vai ter o mesmo valor da especulação.

O racionalismo do indivíduo vai determinar se ele aceitou as regras em sua vida como um dever para andar dentro da conduta social, ou como uma obrigação, ou seja, um imperativo, se ele não cumpre as regras será punido por desobedecer as regras de convivência estabelecidas pelo direito. A interpretação racional da regra determina o ser consciente com a vontade da norma.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

A VONTADE HUMANA

“A vontade humana seria uma vontade legisladora universal por meio de todas as suas máximas, se fosse seguramente estabelecido, conviria perfeitamente ao imperativo categórico.” (Immanuel Kant)

A vontade humana sempre tem uma finalidade, são esses objetivos que determinam os atos dos homens. Agindo conscientemente, porém, essas atitudes tanto podem ser utilizadas para o bem quanto para o mal.

Quando utilizada a razão, ela deve ser para o bem, ou seja, para a justiça. Se o domínio do conhecimento da lei existe, ele deve ser bem aplicado para atingir a finalidade do direito que pões fim ao litígio ou colmata a lacuna da lei.

Não se fundamenta em interesses e sim no incondicional – fundamento prático da verdade universal. Sendo assim, ele era independente, não seguia a moral e nem a vontade humana.

A crítica e a razão têm de andar juntas na interpretação das leis e da formulação de postulados construtivos, é necessária uma visão social de onde ocorreram os fatos. Essa norma eficaz e de acordo com a realidade onde foi aplicada traz a justiça para aqueles casos ocorridos diante daquelas condições de espaço e tempo. O imperativo vai ajudar na interpretação consciente, para que os nossos preconceitos, ou seja, nosso juízo de valor tenha uma menor influência. Nossos ânimos devem ser controlados, o humanismo da justiça e da observação e que o receptor da norma também é digno de direitos e não pode sofrer injustiças.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A LÓGICA-LINGUÍSTICA E O PLANO CARTESIANO

“Interpretar o projeto de Descartes, não fundando uma nova metafísica da subjetividade, mas como um projeto que diz respeito à condições de significado ou da dúvida da significativa como tal.” (Miroslav Milovic)

Antes de observarmos um fenômeno devemos conhecê-lo e saber o seu comportamento. A experiência é o fator determinante da existência, já a filosofia e a teologia tentarão explicar o que é esse fenômeno e, as demais ciências estudarão o comportamento e as características fenomenológicas.

A lógica-linguística iniciou suas interpretações a partir de questionamentos racionalistas sobre o pensamento metafísico, o qual de início independia da razão, ou seja, seus argumentos não podiam ser discutidos devido a sua natureza, que não estavam ao alcance de explicações prováveis pela ciência.

A busca pela certeza é um elemento essencial do pragmatismo da especulação, ou seja, ir em busca da verdade, de forma apurada utilizando do instrumento da linguagem para formular e exercer esse procedimento de interpretação.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

A METAFÍSICA E A TEORIA DA RELATIVIDADE

“Haver, pois, uma tal ciência constitutiva da primeira parte da teoria transcendental dos elementos, em contraposição à que contém os princípios do pensamento puro e que se denominam lógica” (Immanuel Kant)

A teoria da relatividade dos objetos também terá grande influencia no estudo dos acontecimentos, observando os vários detalhes que compõem a relação e o cruzamento dessas informações para se obter conclusões mais precisas e de forma válida diante de complexidades de argumentos. O método cartesiano estabelece uma geometria relacional entre segmentos e linhas, ou seja, ele vai analisar os tipos de relação entre fato + sujeito + norma = aplicação da norma relacionada aos fatores que implicam em sua efetividade para dirimir um conflito social. Não fica preso somente aos fenômenos da geometria clássica, o sistema cartesiano possui um estudo mais amplo e realista, que vai utilizar a linguagem para relacionar esses fatores. Estudando cada objeto da relação cartesiana, vamos chegar aos objetivos da interpretação, conhecendo o conteúdo e a essência do fato ocorrido e qual será a finalidade da norma perante este caso.

A experiência adquirida com a interpretação de fenômenos transcendentais torna-se possível devido a constantes de certos objetos, ou seja, eles são invariáveis e não predeterminam um resultado. A prática dessa observação objetiva seguindo critérios da lógica analítica, unindo essas deduções ao emprego da razão de forma que fique validado esse plano cartesiano ao relacionar esses objetos.

Não deixando de obedecer e observar os princípios da sensibilidade e estabelecendo relação entre espaço e tempo, a relação entre os objetos, o que denominamos de plano cartesiano – relacionando esses objetos aos fenômenos, por meio desse estudo encontramos as hipóteses que temos de descobrir para que possamos construir os entendimentos com base em fundamentos prováveis.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

A METAFÍSICA E A CRÍTICA DA RAZÃO PURA

“A metafísica em verdade, outra coisa não é senão o inventário, uniformemente organizado, de tudo o que possuímos pela razão pura.” (Immanuel Kant)

Se estudarmos a Crítica da Razão Pura, veremos que algumas questões que vinham surgindo devido aos fenômenos que não estavam ao alcance da explicação da razão humana, as respostas não existiam e pareciam inexplicáveis.

Ninguém provava nada em contrário, se não era explicado pelo conhecimento, nem tampouco pela experiência, o bom senso validava. Com o passar do tempo a pureza da metafísica começou a sofrer indagações sobre a sua natureza.

A metafísica é pura? Ela nasceu com conceitos puros, pois, a razão humana não conseguia ter influencia sob ela, a partir do momento que esses conceitos foram sendo entendidos como erros, as inverdades foram desvendando-se, surgiu a argumentação questionando-a. Assim, o reinado da ciência metafísica foi sendo transformado, agora os conceitos são transcendentais, e antes de transformar novos conceitos em puros, eles passam por uma lógica argumentativa.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

A METAFÍSICA

“Será que aquilo que está além da natureza é alguma coisa? Eis que por natureza entende-se matéria, e por metafísica, o que não é matéria. Por exemplo, nosso raciocínio, que não é comprido nem largo, nem alto, nem sólido, nem pontiagudo.” (Voltaire)

Ela não fica restrita ao experimentalismo humano, vai muito mais além, trata de percepções e especulações, expressões artísticas e misticismo. É do estudo das especulações do existencialismo absoluto que vai se originar a lógica absoluta, o idealismo é relativo e abstrato originando a lógica relativa e início da linguística enquanto conceitos abstratos, o materialismo são as existências concretas e prováveis que vão estruturar a linguística com a lógica existencial concreta, é o estudo concreto da vida, do mundo real em que vivemos seus fatos e validades na sociedade.

Nosso raciocínio tem um caráter metafísico, e sendo assim, é totalmente ligado à nossa alma, ou seja, aos nossos conceitos e visões do mundo, é abstrato e já nasce junto com o ser humano. Só vamos poder determinar uma possível extensão do nosso raciocínio de acordo com o nosso conhecimento, quanto mais conhecimento tivermos, mais alcance terá o nosso raciocínio e a nossa capacidade de interpretar o mundo.

domingo, 20 de novembro de 2011

AS PALAVRAS

“A palavra é a porta de entrada para o mundo.” (Cecília Meireles)

Com palavras o mundo foi creado, com palavras o mundo é movido, com palavras se constrói e se destrói.

As palavras são poderosas e possuem muitos significados, tudo de pende de como se interpreta ou do contexto onde elas estão.

As palavras tanto podem ser utilizadas para o bem, quanto para o mal, por isso é bom tomar cuidado ao utilizar as palavras, pois, elas não são apenas palavras.


sábado, 19 de novembro de 2011

A ÉTICA COMO UMA CIÊNCIA DA MORAL

“Quando a ética desce de sua generalidade, de sua univer salidade, fala-se de uma moral, por exemplo, uma moral sexual, uma moral comercial. Acho que podemos dizer que a ética dura mais tempo, e que a moral e os costumes predem-se a determinados períodos. Mas uma nasce da outra. É como se a ética fosse algo mais limitado, restrito, circunscrito.” (Herbert de Souza, e Carla Rodrigues)

Existe uma diferença entre moral e ética? A ética é muito mais ampla, geral, universal do que a moral. A ética tem a ver com princípios mais abrangentes, enquanto a moral se refere mais a determinados campos da conduta humana.

Podemos conceituar a ética como uma ciência da moral, ou seja, uma ciência da conduta humana fundamentada pela consciência e pela virtude. A moral precisa ser interpretada pela ética em seu sentido amplo e não apenas como um sentido coloquial restrito ou relativo, como a moralidade ou os princípios religiosos.

Ao relacionarmos o direito, a moral e a ética, podemos definir que o direito é responsável pelo reconhecimento da personalidade de cada homem, mas que apenas pode regular a conduta externa dos homens. Já a moral vai regular os homens internamente e subordina-los a lei do dever. E que a ética, ou seja, a eticidade ou a moralidade social vai designar uma finalidade concreta para a ação moral.

É importante ressalvar que o direito e a ética não podem ser separados, ocorre que eles se complementam, embora o conceito de moral e o de direito para a nossa realidade, apenas estão ligados para alguns aspectos funda­mentais para o direito, podemos considerar a ética como a moral em sentido amplo, ou seja, entendemos a moral em seu sentido estrito, enquanto a ética corresponde a moral em seu sentido amplo. Daí veremos mais uma prova de que o direito não pode viver sem a moral, seja ela em seu sentido stricto ou seja ela em seu sentido amplo.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A CONSCIÊNCIA COMO JUÍZO

A consciência como juízo de valor, precisa ser formada a fim de que o homem queira sempre procurar a verdade e o bem.” (Gilvandro Coelho)

Diferentemente das outras coisas, o homem é capaz, através do raciocínio e da reflexão, de descobrir o que envolve o alcance desta excelência de espírito e de caráter e é capaz de o desejar. Podemos perceber a importância da moral de uma forma que quando suas regras são desrespeitadas, causam uma certa resistência por parte da sociedade, e que de outra forma quando faltam os valores morais em uma sociedade, faltará um sentido de vivência social, ou seja, uma conduta de vida, um estilo de vida, onde os indivíduos devem ter respeito a essas regras ou segui-las da melhor forma possível, quando não a cumprem em totalidade.

A partir do momento em que o homem passa a aceitar a moral como um elemento integrante da sua vida, ele passa a alcançar um patamar maior de intelectualidade e consequentemente passará a viver melhor consigo mesmo e com a sociedade.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

ECONOMIA E MORAL

“Para pôr ordem no caos econômico e fazer com que os homens vivam em paz, é necessário substituir o egoísmo pelo altruísmo, o eu pelo tu. Se a economia é o reinado do eu, o reinado do tu é a moral.” (Francesco Carnelutti)

Por um aspecto mais filosófico, é possível se falar em uma classificação da moral da seguinte maneira: ao sabermos distin­guir o que é certo do que é errado, podemos dizer que alguns interpretam a moralidade como uma questão de normas sociais; já para outros, a morali­dade é interpretada como sendo uma questão de privacidade e consciência.

A presença, pois, da justiça como uma espécie de código de ordem superior, cujo desrespeito ou violação produz resistência e cuja ausência conduz à desorientação e ao sem-sentido das regras de convivência, pode nos levar a admiti-la como um princípio doador de sentido para o universo jurídico.

Os valores inerentes à comunidade moral de princípios facilita a convivência em sociedades multiculturalistas, como as hodiernas, compostas de diversas identidades sociais e cultu­rais, porque, em similitude com o Republicanismo, formam um núcleo social valorativo comum, que apresenta conexão independente da diversidade.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

DIREITO E MORAL

“A ordem moral, por ser espontânea, informal e não coercitiva, distingue-se da ordem jurídica. No entanto, ambas não se distanciam, mas se comple­mentam na orientação do comportamento humano.” (Eduardo C. B. Bittar, e Guilherme Assis de Almeida)

Como podemos separar o direito da moral? Elementarmente podemos falar que são dois fatores reguladores da sociedade, que em determinadas relações, ora convergem para um mesmo pólo, ora divergem, seguindo posições diametralmente opostas. Com isso, podemos afirmar que algumas das leis produzidas pelo direito estão de acordo com as regras morais, mas já outras leis que também foram produzidas pelo direito infringem as regras morais e são totalmente inadmissíveis pela mesma.

Em uma primeira leitura, é constatável que o direito possui uma maneira de obrigar os indivíduos de uma sociedade a obedecê-lo: utiliza a sanção como forma de punição para aqueles que o inobservam. Já a moral não é coercitiva, seus princípios destinam-se a boa convivência da sociedade e uma conduta adequada a ser seguida. Cabe aos homens obedecerem ou desobedecerem a moral, mas dependendo da desobediência desses homens, pode haver uma punição pelo direito, pois algumas regras morais também são leis ou partes de algumas leis do direito.

A sociedade precisa da moral para definir sua boa conduta social e do direito para criar as leis que vão ser adequadas aos princípios morais para manter uma boa conduta social.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

CONSEQUÊNCIAS DA GUERRA

“OS SERES HUMANOS não são os únicos a sofrerem baixas nas guerras. Junto com os corpos vêm a profanação e às vezes a destruição completa de lares, escolas, bibliotecas, igrejas, museus, parques públicos, monumentos, obras de arte, que são o legado cultural transmitido de uma geração à seguinte.” (Sidney D. Kirkpatrick)

As guerras causam uma destruição inestimável, chegando ao ponto de serem imedidas de imediato, mas ao longo dos anos de estudo e pesquisa suas consequências vão sendo descobertas e esclarecidas, não possuem um fim exato.

Muitas mortes são ocasionadas, todo um legado cultural é destruído e completamente perdido, espécies dizimadas, toda uma perda ocasionada por interesses pessoais que são repassados à muitos que acabam seduzidos por desejos, sonhos e promessas.

Um dos maiores absurdos já vistos foi durante o domínio nazista, que exterminou vidas, humilhou seres humanos, trataram pessoas como objetos fúteis e realizaram pesquisas obscuras e que atentavam contra a ética e a dignidade.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

A GANÂNCIA

“O perigo constante é abrir a porta para a ganância, um de nossos inimigos mais incansáveis. É aí que se deve pôr em prática o verdadeiro trabalho da mente.” (Dalai-Lama)

A ganância desequilibra o homem, o seduz a buscar algo incessantemente e ao mesmo tempo cria desejos desenfreados.

O homem ganancioso caminha para sua destruição, de forma abrupta e egoísta quer realizar seus desejos a qualquer custo, mesmo que para isso seja necessário prejudicar e até destruir a vida de outros.

A ganância é inimiga do homem e consegue dominá-lo, para isso é necessário anular seu poder, não deixando que ela entre no coração humano, é necessário ter prudência para que os sonhos não virem desejos gananciosos.

sábado, 12 de novembro de 2011

A MOTIVAÇÃO

“A essência de toda vida espiritual é a emoção que existe dentro de você, é a sua atitude para com os outros. Se a sua motivação é pura e sincera, todo o resto vem por si.” (Dalai-Lama)

Quem vive na bondade e no respeito com o próximo age de forma pura e sincera. Faz o bem e atrai o bem, vive de modo diverso, pois sabe os limites de sua emoção.

A essência de vida espiritual é o amor, viver com amor e amando, quando se ama se tem bondade e pureza de espírito.

Deus tanto nos amou que nos creou e continua a nos amar, precisamos desse amor puro para amar a Deus e também ao próximo, pois um amor individualista é egoísta e acaba levando à calamidades e atitudes absurdas.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O SABER JURÍDICO

"A acomodação científica no Direito se fez presente ao longo da evo­lução dos estudos jurídicos no último século, sem com isso, fosse negado um constante crescimento da juridicidade existente nas relações humanas" (Marupiraja Ramos Ribas)

O saber jurídico como uma ciência nor­mativa, torna-se dualista e divide-se nas fun­ções de norma propositiva, norma descritiva e norma expressiva. Na união dessas funções normativas podemos designar o saber jurídico como dogmática jurídica. O saber jurídico éuma ciência de ação, embora o seu campo de ação ainda não tenha sido totalmente determinado.

Uma interpretação sócio-tecnológica do saber jurídico fundamenta-se no raciona-lismo crítico, esta interpretação nos propor­ciona ao entendimento de que o saber jurídico tem a função de uma ciência real com o objetivo de esclarecer a realidade dos fatos e a produção social da regulação jurídica. Pelo motivo do saber jurídico estar designado a prática, ele ganha as características de um sistema normativo.

O saber jurídico como uma ciência polí­tica seria tornar o racionalismo crítico em um racionalismo consciente e manter o controle racional das avaliações surgidas a partir do saber jurídico. A sua função seria a da cons-cientização da determinação dos conheci­mentos jurídicos e judiciais por meio de fato-res extra-legais, como por exemplo: precon­ceitos, preferências realizadas com plena consciência, informações tendencionais, e, evidentemente desta forma, garantir as características políticas da dogmática e as práticas jurídicas.

A teoria do consenso pode ser adaptada ao saber jurídico por estar fundamentada na verdade das proposições, prevenindo de problemas ontológicos em relação à verdade realista que o tenta englobar e, acrescentar valores verídicos as normas e valorações, criando uma teoria de argumentação jurídica para o saber jurídico. 

Relacionando as ciências sociais ao saber jurídico veremos que a sua finalidade esta presa a uma tentativa da compreensão dos meios de comparação do direito baseado na análise empírica e entender o desenvol­vimento e o impacto do direito na sociedade fundamentando-se em uma teoria social. A ciência do direito tem a função obrigatória de estudar as mudanças ocorridas com o desen­volvimento histórico e social, já que existe o problema do direito não estar adaptado ao estado de evolução da economia, a conscien-tização das pessoas, ao estado de desenvol­vimento científico, que são reconhecidos e estudados pelas disciplinas das ciências sociais. As ciências sociais oferecem aos juristas um novo campo do saber com análises para criar, aplicar e ter efetividade nas normas jurídicas, além de modelos jurídicos nos processos judiciais, administrativos e legis­lativos. Todas essas críticas as normas jurídicas, transformam-se em uma análise argumentativa, fundamentada e legitimada das decisões jurídicas em relação ao sistema político.

A sociologia jurídica empírica tenta solucionar o problema das normas jurídicas e das normas sociais, deixando assim, a sociologia jurídica bem próxima ao saber jurídico. As normas jurídicas são formais, já as normas sociais visam um controle social formalizado, dando uma base as normas jurídicas e controlando a aplicação das suas sanções. Desta forma, o sistema social e o sis­tema jurídico regulam as funções do direito.

As relações humanas modernas exigem da ciência do direito uma maior qualificação em seu conhecimento moderno, para solu­cionar os problemas surgidos e desenvolver o saber jurídico.

Duas das características do direito dogmático são: a inegabilidade dos pontos de partida e a outra, a proibição do non liquet ou a obrigatoriedade de decidir. A primeira diz que as normas jurídicas dogmáticas não podem ser rejeitadas, mas que uma norma jurídica dogmática pode ser recusada com base em outra norma jurídica dogmática. Com base nessa teoria, todos os argumentos jurídicos baseados nas normas jurídicas dogmáticas são juridicamente aceitáveis. O fato jurídico será tudo aquilo que estiver determinado na norma, ficando assim uma determinada maneira de utilizar a teoria dogmática a partir desta primeira caracte­rística, como sair utilizando argumentos a partir do conteúdo de alguma norma jurídica pertencente ao sistema. A segunda caracte­rística diz que o juiz tem que decidir todos os casos que chegarem para que ele os relacione, mas os juizes não tem obrigação de entenderntodos esses casos, pois a cada dia o direito vai tornando-se mais complexo e nem sempre os juizes acompanham essas constantes mudanças na vida social.