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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

O FIM DA PROSPECTIVA



João de Scantimburgo


“O fim da prospectiva é o de planejar o bem comum, utilizando os elementos com os quais é possível estruturá-lo: a paz na cidade e a estabilidade no poder; a justa distribuição da riqueza, o acesso de todos os homens aos bens da natureza, aos produtos da técnica, às conquistas da ciência, aos benefícios da civilização e da cultura; normas morais na vida individual e familial, segurança social e nacional, o reconhecimento, portanto, que à pessoa se assina um destino eterno; que se lhe deve reconhecer esse destino, a fim de que ela, pelo anonimato, não venha a se engolfar na sociedade de massa e preparar crises sem solução para a humanidade, como as que já atenazam algumas sociedades dessa espécie, em nossos dias.” (João de Scantimburgo)

A prospectiva planeja o bem-estar social, utiliza-se de elementos que possam estruturar uma vida harmônica social.

Uma sociedade que tenha uma vida pacífica e um governo estável onde todos possam se respeitar e viverem unidos.

A prospectiva constrói os pilares da sociedade utilizando a técnica e a ciência, com o intuito de proporcionar uma evolução social.

A prospectiva preserva as normais morais como preceitos de uma vida social, sejam eles individuais, familiais ou coletivos, bem como, os direitos individuais e coletivos são respeitados, a natureza é preservada ao invés de ser demasiadamente destruída.

A prospectiva previne a sociedade e tenta evitar crises sociais desnecessárias ou motivadas pela desigualdade e pelas irregularidades sociais.

A prospectiva não exclui as grandes massas populares, ela busca a igualdade e a inclusão social.