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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

A RAPOSA E O CACHO DE UVAS


“Uma raposa faminta, vendo alguns cachos de uvas penderem de uma parreira, foi tomada pelo desejo de apanhá-los, mas não conseguiu atingi-los. Enquanto se afastava, ela disse para si mesma: “São apenas uvas verdes.”
Assim também ocorre com alguns homens que, graças à sua fraqueza, não sendo capazes de chegar ao fim de seus atos, acusam as circunstâncias que encontraram.” (Esopo)

A raposa tinha um desejo de comer as uvas, tinha a necessidade de saciar sua fome, mas logo desistiu.

Ela poderia ter tentado superar o obstáculo da distância do solo, pois a parreira estava carregada e os galhos estavam pendendo com o peso das uvas.

Ao invés de assumir que desistiu de algo que poderia alcançar com um pouco mais de esforço, ela culpou as uvas, disse que eram verdes, uma maneira de justificar sua fraqueza, preferiu ficar faminta.

Mesmo que as circunstâncias não sejam favoráveis as conquistas são possíveis, basta tentar, basta se esforçar e persistir para poder alcançar.