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terça-feira, 8 de abril de 2014

O POETA DA VIDA


(Augusto Cury – Augusto Jorge Cury)

Relatou que ele sabia transformar as coisas simples num espetáculo aos seus olhos. Fazia da aurora um momento de meditação. Considerava o orvalho da manhã como pérolas anônimas que por instantes aparecem e logo se dissipam, mas só os sensíveis as percebem. Despedia-se da Lua como se despede de uma amiga. Cantava quando as gotas de chuva umedeciam a terra. Era apaixonado pela vida, pela natureza e pelo Autor da existência.” (Augusto Cury – Augusto Jorge Cury)

O poeta da vida aprende a cada segundo, vê o que nem sempre os outros vêem, sente o que nem todos sentem, tudo isto, estando num mesmo local onde também estão outras pessoas.

O que para muitos não tem valor, é desprezado ou passa despercebido, ele vê como uma peça de um espetáculo cheio de sentidos e emoções, tudo muda a partir de um olhar e de uma percepção.

O poeta da vida vê com amor, sente as essências naturais e separa o espírito da matéria, conhece os valores universais que não são percebidos pelos materialistas.

A natureza se revela, a criação mostra o amor e o zelo do Creador, que nos proporciona uma bela vida e devemos nos render a ele, mas, para muitos ele está oculto e muito distante, embora esteja ao nosso lado passa despercebido.

O poeta da vida não possui apegos, ele não ama o mundo, mas ama vivenciar a vida e a natureza, ele é um exemplo a ser seguido no mundo, ele vive a revelar as coisas simples e belas da vida.

A vida é passageira, enquanto existe apego a poucas coisas fúteis e materiais, deixa-se de perceber as milhares de maravilhas da existência, minimiza-se a aproximação e a união com a natureza, a criação do criador para eles possui mais importância e valor que toda a obra do Creador.

O poeta da vida mostra rendição, amor e devoção ao Pai.